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Imagem da Semana: 14 de Fevereiro, Dia de São Valentim

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VIVA SÃO VALENTIM !!!

Amor, não tem que se acabar
Eu quero e sei que vou ficar
Até o fim, eu vou te amar

Até que a vida em mim resolva se apagar
Amor
É como a rosa num jardim
A gente cuida, a gente olha,
A gente deixa o sol bater pra crescer, pra crescer
A rosa do amor tem sempre que crescer

A rosa do amor não vai despetalar

Pra quem cuida bem da rosa
Pra quem sabe cultivar
Amor não tem que se acabar
Até o fim da minha vida eu vou te amar

Eu sei que o amor não tem

Não tem que se apagar
Até o fim da minha vida eu vou te amar

Eu sei que o amor não tem que se acabar...

30 de Janeiro dia da SAUDADE

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...A saudade
É um bichinho
Que roi,que roi...
O Coração da gente
E doi, e doi...
É dor que doendo
Alivia a gente
É chumbo pesado
Num peito ardente...

[Denis Brean]


Veja como cada signo expressa a saudade:

Áries: os arianos não sabem lidar muito bem com os sentimentos, por isso, não são de falar, nem demonstrar o que realmente sentem. Quando sentem saudade, acabam metendo os pés pelas mãos e ficando extremamente mal-humorados.

Touro: sempre muito fechados e avessos a “blábláblá”, os taurinos preferem sentir saudade em silêncio. Só mesmo em uma situação de muito sofrimento ele revela seu sentimento aos amigos mais próximos.

Gêmeos: o geminiano não é muito de sentir saudade. Contudo, se o amor for muito grande e ele não aguentar, vai gritar para os quatro cantos o quanto está com saudade e o quanto está sofrendo por isso.

Câncer: um canceriano é quase a tradução da palavra saudade. Sempre preso ao passado, este nativo está sempre falando de pessoas e situações passadas de maneira saudosa. Ele não tem medo de demonstrar as suas saudades!

Leão: o leonino não tem talento para se lamentar e, nem mesmo, para ficar com a cabeça no passado. Ao primeiro sinal de saudade, ele pega o telefone e liga. Se não deu para resolver a situação, bola para frente que o mundo é dele!

Virgem: os virginianos não gostam muito de falar sobre sentimentos, mas, quando o assunto é saudade, eles até que abrem o coração. É que os virginianos valorizam a sua história, valorizam os momentos especiais.

Libra: os librianos falam de suas saudades sem nenhum problema. Normalmente, eles sentem mais saudade de pessoas do que um de tempo passado. Como são apegados àqueles que o cercam, adoram ligar e abrir o coração!

Escorpião: os escorpianos são apegados, por isso, é normal que sintam saudade de tudo, seja de pessoas ou situações. Porém, ele só é capaz de revelar os seus sentimentos se confiar na pessoa e em uma conversa ao pé do ouvido. É que eles têm que manter a fama de mal!

Sagitário: certamente, um sagitariano não vai ficar se lamentando e nem procurando as pessoas das quais sente saudade. Para ele, este sentimento dá e passa, assim como um foguete.

Capricórnio: por maior que seja a saudade de um capricorniano, ele não irá expor este sentimento. Sempre muito fechado, ele prefere sofrer calado e manter todas as suas emoções guardadas a sete chaves.

Aquário: para um aquariano, o que passou, passou! Saudade é uma palavra que não faz parte do vocabulário deste nativo. Sempre com a cabeça no futuro, ele não expõe os seus sentimentos em hipótese nenhuma.

Peixes: quando um pisciano sente saudade, o mundo toma conhecimento. É que este nativo não tem o menor receio de expor as suas aflições. Chora, sofre, liga... Ninguém melhor do que um pisciano para exemplificar a dor de uma saudade.

fonte: Terra Exoterico

Boas Festas

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Que 2012 seja repleto de coisas boas...

Se 2011 não foi aquilo o que imaginamos e sonhamos, desejo de todo o coração que no próximo ano venha tudo em dobro e mais novos desejos e realizações para conquistarmos!

Felicidades Sempre.
Luiz Henrique Dias

“O verdadeiro sábio é aquele que assim se dispõe que os acontecimentos exteriores o alterem minimamente. Para isso precisa couraçar-se cercando-se de realidades mais próximas de si do que os fatos, e através das quais os fatos, alterados para de acordo com elas, lhe chegam.”
(Fernando Pessoa)

Oscar Niemeyer - 104 anos

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15 de Dezembro de 2011,

104º aniversário do nosso

Oscar Niemeyer.

Existem apenas dois segredos para manter a lucidez na minha idade:
O primeiro é manter a memória em dia. O segundo eu não me lembro.

Amo a vida e a vida me ama.

Somos um casalzinho insuportável.

[Oscar Niemeyer]

11 de Dezembro Dia do Arquiteto

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NÃO ESQUEÇA DE SER CRIANÇA

Partilhar Desejo a todos um ÓTIMO DIA DAS CRIANÇAS, desejo que esse planeta seja o lugar mais seguro do mundo, que a essência de uma criança não se dissipe enquanto adultos, pois a verdadeira grandeza de ser gente é enquanto criança, ainda é tempo de rever conceitos e tentar ser mais humanos, compreender o incompreensível, tornarmos humanos modelos para esse mundo cheio de mistérios.
UM BEIJO A TODOS E FELICIDADES SEMPRE...
luiZHENrique dias

30 anos de História da Crítica - AICA

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O percurso de trinta anos da história da crítica de arte em Portugal vai poder ser revisto em duas exposições promovidas pela Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA) em Lisboa a inaugurar em outubro.

As duas exposições - uma dedicada à arquitetura, que inaugura hoje, na Sociedade Nacional de Belas Artes, e outra dedicada às artes visuais, que inaugura a 20 de outubro no Museu do Chiado - vão marcar as celebrações dos 30 anos dos prémios AICA/MC (Associação Internacional de Críticos de Arte/Ministério da Cultura).

Segundo o presidente da representação portuguesa da AICA, arquiteto Manuel Graça Dias, o papel da crítica é essencial «como elemento que introduz uma reflexão fora do círculo da criação artística e de arquitetura».

Diário Digital / Lusa

Imagem da Semana - Arte e 7 de Setembro

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Hoje na imagem da semana, venho mostrar o óleo sobre tela de Pedro Américo, pintado em 1988, atualmente ele vive no salão nobre do Museu Paulista da USP, podemos dizer que ele é a Monalisa do museu.

O nome original é INDEPENDÊNCIA OU MORTE, porém é mais conhecido como O GRITO DO IPIRANGA. A tela mede 7,60 x 4,15m, representa a cena de Dom Pedro I proclamando a independência do Brasil que é comemorada essa semana no dia sete de Setembro.


Freddie Mercury Google Doodle

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TARSILA DO AMARAL - 125 anos

Partilhar Tarsila do Amaral nasceu em 1º de setembro de 1886 na Fazenda São Bernardo, município de Capivari, interior do Estado de São Paulo. Filha de José Estanislau do Amaral e Lydia Dias de Aguiar do Amaral. Era neta de José Estanislau do Amaral, cognominado “o milionário” em razão da imensa fortuna que acumulou abrindo fazendas no interior de São Paulo. Seu pai herdou apreciável fortuna e diversas fazendas nas quais Tarsila passou a infância e adolescência.
Estuda em São Paulo no Colégio Sion e completa seus estudos em Barcelona, na Espanha, onde pinta seu primeiro quadro, “Sagrado Coração de Jesus”, aos 16 anos. Casa-se em 1906 com André Teixeira Pinto com quem teve sua única filha, Dulce. Separa-se dele e começa a estudar escultura em 1916 com Zadig e Mantovani em São Paulo. Posteriormente estuda desenho e pintura com Pedro Alexandrino. Em 1920 embarca para a Europa objetivando ingressar na Académie Julian em Paris. Frequenta também o ateliê de Émile Renard. Em 1922 tem uma tela sua admitida no Salão Oficial dos Artistas Franceses. Nesse mesmo ano regressa ao Brasil e se integra com os intelectuais do grupo modernista. Faz parte do “grupo dos cinco” juntamente com Anita Malfatti, Oswald de Andrade, Mário de Andrade e Menotti del Picchia. Nessa época começa seu namoro com o escritor Oswald de Andrade. Embora não tenha sido participante da “Semana de 22” integra-se ao Modernismo que surgia no Brasil, visto que na Europa estava fazendo estudos acadêmicos.

tarsila do amaral 4 Tarsila do Amaral   Biografia Vida e Obra Fotos Quadros

Volta à Europa em 1923 e tem contato com os modernistas que lá se encontravam: intelectuais, pintores, músicos e poetas. Estuda com Albert Gleizes e Fernand Léger, grandes mestres cubistas. Mantém estreita amizade com Blaise Cendrars, poeta franco-suiço que visita o Brasil em 1924. Inicia sua pintura “pau-brasil” dotada de cores e temas acentuadamente brasileiros. Em 1926 expõe em Paris, obtendo grande sucesso. Casa-se no mesmo com Oswald de Andrade. Em 1928 pinta o “Abaporu” para dar de presente de aniversário a Oswald que se empolga com a tela e cria o Movimento Antropofágico. É deste período a fase antropofágica da sua pintura. Em 1929 expõe individualmente pela primeira vez no Brasil. Separa-se de Oswald em 1930.

Em 1933 pinta o quadro “Operários” e dá início à pintura social no Brasil. No ano seguinte participa do I Salão Paulista de Belas Artes. Passa a viver com o escritor Luís Martins por quase vinte anos, de meados dos anos 30 a meados dos anos 50. De 1936 à 1952, trabalha como colunista nos Diários Associados.

Nos anos 50 volta ao tema “pau brasil”. Participa em 1951 da I Bienal de São Paulo. Em 1963 tem sala especial na VII Bienal de São Paulo e no ano seguinte participação especial na XXXII Bienal de Veneza. Faleceu em São Paulo no dia 17 de janeiro de 1973.

Estamos em São Paulo, no longínquo ano de 1917, no bem instalado ateliê do pintor Pedro Alexandrino Borges, outrora paisagista, mas que, neste instante, se dedica a pintar quase que tão somente naturezas-mortas.

Foi seu professor, Almeida Júnior, que lhe desviou os passos, quando, ao ver um quadro com frutas e flores, que o aluno acabara de pintar, disse-lhe impressionado: «Não pinta senão isso. É a tua arte.»

tarsila do amaral 3 Tarsila do Amaral   Biografia Vida e Obra Fotos Quadros



Não se sabe se o conselho foi ajuizado, mas o certo é que, desde então, esse passou a ser o gênero preferido do pintor, que agora encontramos, em 1917, já sexagenário. E não só pintava naturezas-mortas, como também era o que ensinava aos alunos, com rédea curta, dentro dos cânones da arte acadêmica, sem permitir-lhes qualquer desvio ou experiência com os novos estilos que faziam furor na Europa e, de maneira ainda incipiente, começavam a chegar ao Brasil.

Ao seu lado se acha a mais nova aluna, nova nas artes, pois iniciava seu aprendizado já com 31 anos, idade em que muitos outros já tinham galgado o patamar da fama. Mas Tarsila – pois é dela que estamos falando – era uma aluna aplicada e mostrava bastante aptidão, animando o mestre, que esperava fazê-la uma artista razoável no gênero.

Encontro com o destino

A porta se abre e entra outra jovem, aparentemente da mesma idade mas, pelo diálogo que mantêm com o mestre, percebe-se que a recém-chegada tem um apreciável desenvolvimento, demonstrando bastante familiaridade com a arte. Não buscava as primeiras noções, nem um aperfeiçoamento artístico: Ferida com recentes experiências, punha de lado a arte que sabia fazer, para, no mais velho estilo, aprender a pintar também, naturezas-mortas.

As duas jovens se apresentam, uma à outra, e desenvolvem animada conversação, tão à vontade que, quem as visse, pensaria tratar-se de amigas da infância. Inicia-se naquele momento uma longa, dedicada e proveitosa amizade entre Tarsila do Amarale Anita Malfatti, uma amizade em que as duas se apoiam, uma à outra, e se complementam.

Tarsila, três anos mais velha e segura de si, foi o esteio de Anita, que era tímida e se achava numa fase de total desorientação, após as críticas que recebera em sua exposição modernista. Anita, por sua vez, artista experiente, deu a Tarsila o impulso de que necessitava. A partir daquele instante, uma e outra, cada uma por seu estilo próprio, se preparavam para alçar vôo e conquistar uma fama longa e duradoura.

Em busca de novos rumos

Tarsila do Amaralnasceu em 1886 em Capivari-SP, e faleceu na cidade de São Paulo em 1973. A arte entrou em sua vida acidentalmente, em 1916, quando começou a aprender modelagem com Zadig e Mantovani.

Transferindo seu interesse para a pintura, no ano seguinte começou a ter aulas com Pedro Alexandrino e, em 1920, já estava viajando para Paris, onde matriculou-se na Academia Julian, voltando a São Paulo em fins de 1922, em tempo de sentir um ambiente efervescente, após a Semana da Arte Moderna, que acabara de se realizar.

No seu reencontro com Anita, ambas juntaram-se a Mário de Andrade, Oswald de Andrade e Menotti del Picchia, remanescentes da «Semana» e fundaram o Grupo dos Cinco, procurando manter viva a polêmica instaurada com esse movimento artístico.

Em 1923, o grupo se desintegra e Tarsila volta a Paris, para uma nova rodada de estudos, ocasião em que conhece a arte dos novos pintores, músicos e escritores, entre eles Pablo Picasso e Manuel de Falla.

tarsila do amaral a negra Tarsila do Amaral   Biografia Vida e Obra Fotos Quadros

O fascínio de Minas Gerais

Ainda na França, Tarsila pinta A Negra, denotando uma completa mudança de estilo, desvinculada já da tutela de seu primeiro professor, e livre para tentar coisas novas.

Mas foi no ano seguinte que, retornando ao Brasil e fazendo um passeio por Minas Gerais, ela descobre novos rumos para sua arte. As cidades históricas de Minas, desde os velhos tempos, sempre despertaram fascínio nos pintores que por lá passaram, brasileiros ou não. Alguns, como Guignard, por lá ficaram até o fim da vida.

Nas montanhas alterosas, Tarsila descobre temas brasileiros que vão se constituir na alma de sua pintura e inicia uma fase conhecida como do «Pau Brasil», que vai durar em torno de três anos. São as velhas cidades, o homem rude das matas, as flores silvestres e o forte colorido da natureza que se transportam para suas telas, com toda vivacidade.



Tarsila, Oswald e Abaporu

Desde algum tempo, Tarsila e Oswald de Andrade vinham entretendo um romance, que acabou em casamento no ano de 1926, verificando-se uma junção de propósitos com o início do Movimento Antropofágico.

Foi então que surgiu o seu mais famoso quadro, o Abaporu, famoso e valioso, pois em um leilão realizado em 1995, nos Estados Unidos, foi arrematado por cerca de um milhão e meio de dólares!

Tarsila pintou o Abaporu para impressionar Oswald. A intenção era criar um ser antropófago e o nome saiu mesmo de um dicionário de tupi-guarani. Não esperava, porém, tamanho impacto. Chamado por Tarsila, Oswald vai ao ateliê nos Campos Elísios e, ao ver o quadro, exclama: «Mas o que é isso ?!» De imediato, telefonou ao amigo Raul Bopp, pedindo-lhe que viesse sem mais demora. É ela que conta:

«Bopp foi lá no meu ateliê, na rua Barão de Piracicaba, assustou-se também. Oswald disse: "Isso é como se fosse um selvagem, uma coisa do mato" e Bopp concordou. Eu quis dar um nome selvagem também ao quadro e dei Abaporu, palavras que encontrei no dicionário de Montóia, da língua dos índios. Quer dizer antropófago.»

O casamento dos dois também foi devorado, pouco tempo depois. Em 1930, Tarsila e Oswald se separaram, seguindo cada um seu próprio destino.

Perseguida pela História

Ninguém, nem o cidadão mais simples, está livre de sofrer em sua vida as conseqüências da conjuntura histórica e Tarsila foi alvo dela por alguns anos.

Até 1929, sua situação financeira era confortável, permitindo-lhe manter um bom padrão de vida. Nesse ano, porém, ocorreu a «Quinta-Feira Negra» na Bolsa de Nova York, fazendo despencar o valor das ações a níveis aviltantes e abrindo uma crise sem precedentes na economia dos Estados Unidos, que em breve se spalharia por todo o mundo.

O Brasil foi dos primeiros a sofrer as conseqüências. Com a cultura voltada quase que exclusivamente para o café, que era praticamente o único produto para exportação, o país viu devorados rapidamente todos os seus mercados, primeiro na América do Norte e depois na Europa.

O efeito imediato foi a quebra de empresas ligadas ao ramo, que arrastaram para o fundo toda a economia do país e, ainda em 1929, Tarsila conheceu o caminho da riqueza para a pobreza.


tarsila do amaral São Paulo 500x377 Tarsila do Amaral   Biografia Vida e Obra Fotos Quadros

A História, outra vez, em seu caminho

Procurando dar-lhe um apoio, a Pinacoteca, órgão do Governo do Estado, oferece-lhe o cargo de diretora-conservadora, mas o emprego acaba sendo de curta duração, pois, em 1930, cai a 1ª República e o novo Presidente, Getúlio Vargas, nomeia um interventor, para substituir o governador deposto. Muda, assim, a política, e saem aqueles que ocupavam cargos de confiança, inclusive ela.

Em 1931, Tarsila viaja para a União Soviética, expõe no Museu de Arte Ocidental de Moscou e consegue vender o quadro O Pescador, que passou a integrar o acervo daquela instituição.

Estávamos há 14 anos da revolução comunista e a nova face do regime, criando uma atmosfera de ascensão do proletariado, impressionou a artista que, de volta ao Brasil, iniciou a série Operários, focalizando o homem simples, rude, sofrido, na busca do pão de cada dia.

Não era sua praia. Muito pouco politizada, não a encantava a pregação contra injustiças sociais e, em breve, voltou à temática do Pau Brasil, iniciada em Minas, só que agora em nova versão e tomando formas mais delicadas, com as arestas aparadas pela experiência dos últimos anos.

Muito além do céu azul

A década de 40 veio encontrar uma Tarsila no auge de sua arte, com um mercado duramente conquistado, mas agora sólido e definido. Sucederam-se exposições individuais e participações e mostras coletivas. De tempos em tempos, surgiam retrospectivas de sua obra.

Em 1953, o Parque do Ibirapuera foi completamente remodelado para as comemorações dos 400 anos de São Paulo, a se realizarem no ano seguinte, e Tarsila participou com um mural. No mais, seu trabalho passou a ser apreciado e considerado em exposições de arte moderna no Brasil e no exterior.

Sobre sua arte e a liberdade de expressão, a melhor definição, vem dela mesma: «Pintura limpa, sobretudo, sem medo dos cânones convencionais. Liberdade e sinceridade, uma certa estilização que a adaptava à época moderna.»

Estando entre os pioneiros na introdução do modernismo no Brasil, Tarsila enfrentou a mesma oposição e, por vezes, o achincalhe dos conservadores, mas recebeu também referências consagradoras, como a de José Severiano de Resende:

«O fato é que uma moça saída da Paulicéia, Tarsila – o que não a impede de ser uma perfeita parisiense – pôs num chinelo mestres e aprendizes. É uma discípula entusiasta de si mesma, uma autodidata, desiludida das pálidas formas e dos mundos amorfos.

«E com que certeza de sua arte, com que orgulho de sua íntima ingenuidade, com que compreensão de seu forte temperamento! Tarsila não se perde em quatro caminhos, não recorta fios de cabelo, nem procura meio-dia às quatorze horas. Sua matemática é muito simples e sua álgebra não é abstrusa. Ela pinta um Brasil radioso.»

Centro Aquático de Londres por ZAHA HADID (Olimpíadas 2012)

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Apropriadamente inspirado por ondas, a água e as criaturas marinhas, de acordo com a arquiteta Zaha Hadid, o novo Centro Aquático em Londres acaba de ser concluído, marcando ao mesmo tempo, o início oficial do Jogos Olímpicos de Londres 2012, sim, é isso mesmo não esqueça que em 2012 tem Olimpíadas em Londres, estamos em 1 ano de contagem regressiva, graças a rede Globo de Televisão, (manipulador dos cidadãos Brasileiros) a informação não chega a todos, só porque vai ser transmitido pela Record toda a cobertura, mas enfim... vamos ao que interessa.

Situado dentro da sede Oriente Olímpicos de Londres, perto da entrada sul do Parque, o Centro Aquático é cercado por outros locais principais, bem como Anish Kapoore de Cecil Balmond rapidamente crescente o Orbit vermelho brilhante ArcelorMittal.


"Ele se posiciona como um gateway e do dossel entrada e levantamento convidará os visitantes", explica o arquiteto líder Jim Heverin.


Sua aerodinâmica forma origina a criatura aquática de inspiração é distinta, embora, como este é um projeto de longo alcance e firmemente enraizado no plano de legado, ele só vai ser revelado toda sua glória, após os Jogos. A característica de madeira revestido em aço teto curvilíneo pode ser atualmente imprensado entre duas extensões de aço de plataformas e cadeiras para acomodar os números necessários para os jogos.


Houve uma série de regulamentos e restrições no projeto - incluindo o centro de ser limitado pelo rio de um lado e o trilho faixas do outro - ajudou a ditar o formato da estrutura dentro e por fora, embora a presença design de Zaha Hadid é inconfundível, ela soube muito bem contornar a situação.


A partir de material liso do edifício principal que é nada mais que concreto, segue em seguida curvas na plataformas de mergulho, criada a partir do mesmo elenco em diferentes alturas, os principais elementos e detalhamento é contemporâneo e dinâmico.Os limites não foram deixados de fora, muito pelo contrário.


"O objetivo era fazer uma piscina para o legado. Foi muito importante que este projeto teve um efeito a longo prazo, equilibrado ", diz Zaha Hadid.




IMAGEM DA SEMANA - 113º Aniversário ALEXANDRE CALDER

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UMA FANTÁSTICA HOMENAGEM DO GOOGLE AO 113º Aniversário de ALEXANDRE CALDER

Filho de escultora e pintor, nascido nos Estados Unidos da América, Alexander Calder quando criança fazia seus próprios brinquedos. Formou-se em engenharia e antes de se dedicar à escultura foi pintor e ilustrador.

Em 1926, após visitar a Grã-Bretanha, fixou-se em Paris, onde conheceu surrealistas, dadaístas e os componentes do grupo De Stijl. Data dessa época sua amizade com Joan Miró. Construiu um circo em miniatura, com animais de madeira e arame. Os seus “espetáculos” eram assistidos por artistas e intelectuais. Fez, também em arame, as suas primeiras esculturas: Josephine Baker(1926), Romulu and Remus (1928), Spring (1929).

De 1931 datam as suas primeiras construções abstratas, nitidamente influenciadas por Mondrian. Os primeiros móbiles são de 1932.

Em 1933 Calder voltou aos Estados Unidos. Em 1948 viajou à América do Sul e novamente em 1959. Nessa última ocasião, visitou oBrasil, onde expôs no Museu de Arte de São Paulo. Em 1950 foi à Escandinávia.

Calder ocupa lugar especial entre os escultores modernos. Criador dos stabiles, sólidas esculturas fixas, e dos móbiles, placas e discos metálicos unidos entre si por fios que se agitam tocados pelo vento, assumindo as formas mais imprevistas – a sua arte, no dizer deMarcel Duchamp, “é a sublimação de uma árvore ao vento”.

Calder foi o primeiro a explorar o movimento na escultura e um dos poucos artistas a criar uma nova forma – o mobile. Nos últimos anos mantinha um estúdio em Saché, perto de Tourse embora vivesse aí a maior parte do tempo, conservou sua fazenda de Roxbury, Connecticut, comprada em 1933, e que se tornara um verdadeiro repositório de trabalhos e objetos feitos por ele – desde os andirons espiralados da lareira rústica até às bandejas feitas com latas de azeite italiano.




19 de Julho de 2011

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Um feliz aniversário em mais um dia em que fico mais velho, mas irei perceber isso daqui mais uns dias. Ainda sou o mesmo, estou por igual e nenhum fio branco ainda apareceu...

É apenas mais um dia. A diferença é por ser um dia com mais expectativas, e o bom é quando somos agraciados por alguém que há tempos não víamos, o melhor presente é aquele que não pode ser visto, o melhor presente é aquele que nos faz sentir grandes quando pensamos que surpresas não existem...

Estou mais velho e tenho tanto ainda a aprender, e por mais que aprendo mais eu entendo que não sei absolutamente nada. Não sei é o que fazemos e como chegamos até aqui. O que talvez eu entenda é que nas nossas andanças só acumulamos lembranças. Das nossas atitudes herdamos as conseqüências. O passado já passou, e o futuro...

É daqui a pouco.

E se fecharmos os olhos diante daquilo que não sabemos onde vai dar?

O importante mesmo são as imagens que retemos do caminho. Abrir os olhos e a mente pra guardar todos os detalhes, é que faz essa caminhada valer a pena.

Os dias ainda são os mesmos, nós é que temos pressa. Se pudéssemos prever que hoje seria o dia da nossa morte não teríamos tempo de amar quem nós amamos, de criar o que criamos, seria tudo um vazio a caminho do nada.

Somos malucos, queremos mais, mais do que realmente precisamos. E na maioria das vezes só precisamos abrir os olhos e perceber que amanheceu de novo e que tivemos mais uma chance de olhar para nós mesmos, de recusarmos o que nos faz sofrer, de sair por aí absorvendo o sol, os sons, as cores, os perfumes e desprezando tudo que faz cara feia.

Um Feliz Aniversário para eu, de eu mesmo em um ano que está sendo repleto de realizações, e que esta data se repita por muitos e muitos anos, e que eu esteja presente nela!

luiZHENrique Dias

19 Julho 2011

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